quarta-feira, 19 de outubro de 2011


Respostas

1 – C
2 – E
3 – Atrofia muscular, perda de força, diminuição da síntese de proteinas.
4 – a) V – um músculo só adquire força a partir da aplicação de uma resistência máxima por ele suportada.
b) V – em caso de dor aguda a causa é isquemia.
c) F – é a excêntrica
d) V
e) V
5 – Flexibilidade estática – habilidade de mover uma  articulação em sua amplitude de movimento livre de dor. Flexibilidade dinâmica – é a capacidade de restringir um movimento, opondo-se a este.
6 – Sustentar-relaxar: o paciente realiza uma contração isométrica na ADM máxima para depois ser alongado passivamente.
Contrair-relaxar: após o músculo retraído ser passivamente alongado, o paciente faz uma contração concêntrica contra resistência do músculo retraído antes de ser alongado.
Sustentar-relaxar com contração do agonista: é a contração isométrica de pré-alongamento do músculo retraído e relaxamento deste seguido por uma contração concêntrica do músculo oposto ao retraído.
Contração do antagonista: o paciente contrai o oposto do músculo retraído contra resistência. Isso provoca uma inibição recíproca do retraído e esse se alonga facilmente a medida que o músculo se move.
7 – o fato de este provocar a ativação do fuso muscular, preparando o músculo para a atividade.
8 – é a capacidade de reconhecer a localização espacial do corpo, sua posição e orientação e a força exercida a cada parte do corpo, sem auxilio da visão, permitindo a manutenção do equilíbrio e realização de tarefas.
9 – pé em plantiflexão e inversão, com lesão principalmente do ligamento talufibular anterior.
10 – Intrínsecos: mau alinhamento estrutural, déficits de força, limitação de ADM e frouxidão ligamentar. Extrínsecos: erros de treinamento, tipos de esporte, nível de competição, equipamentos e condições ambientais.
11 – Grau I – estável. Pequeno estiramento do talufibular anterior, inchaço e hemorragias mínimos, ADM levemente restritos. Grau II – ruptura parcial do ligamento talufibular anterior e do calcâneo fibular. Pode haver ou não instabilidade, ADM limitada, inchaço, dor a palpação, equimose moderada, sustentação de peso, claudicação principalmente na impulsão. Grau III – ruptura completa do talufibular anterior e calcâneo fibular e da cápsula. Inchaço e equimose generalizada, frouxidão moderada a grave, sustentação de peso (incapacidade).
12 ) 1 a 3 semanas: controle do processo inflamatório, manter ADM, acelerar processo de cicatrização e treino de marcha – crioterapia, laser, US, correntes, imobilização. 4 a 7 semanas: resistência muscular de estabilizadores de tornozelo, ganho de ADM, flexibilidade evitando inversão forçada, reeducação de marcha – exercícios em cadeia cinética aberta e fechada. 8 a 12 semanas: trabalho de força e potencia muscular de estabilizadores, trabalho sensório-motor, retorno a atividade funcional e esportiva.
13 – a desestabilização da pelve. Superior: ligamento suprapúbico; inferior: arcada do ligamento púbico; anterior: ligamento interpúbico.
14 – seqüelas de cirurgia urológica, infecções e atividades físicas intensas.
15 – dor na região púbica, sensação de ardor na região da virilha, creptação na região púbica, espasmo do adutor, diminuição da ADM do quadril.
16 – traumática – estiramento do ligamento, tensão inesperada dos adutores e tração do ramo púbico.
Crônica – desequilíbrio muscular.
17 – etapa I – sintomas unilaterais, dor ao chutar, dor inguinal e nos músculos adutores, alivio da dor após o aquecimento. Etapa II – dor bilateral, dor inguinal, aumento depois da sessão de treinamento. Etapa III – dpr bilateral, o esportista não consegue praticar seu esporte. Etapa IV – dor nos adutores, abdominal, cintura pélvica e lombar. Incapaz de realizar atividades da vida diária.
18 – ressonância magnética – sinal de fenda, cisto subcondral na região superior direita, rotura do adutor longo esquerdo.
Radiografia simples – lesões agudas: fragmento ósseo; lesões subagudas: esclerose; lesões crônicas: protuberância óssea.
19 – manter uma boa flexibilidade, manter o equilíbrio muscular, bom aquecimento pré-atividade, calçados e campos adequados. O tratamento seria conservador com repouso e medicamento, alongamento muscular, recursos físicos para analgesia, fortalecimento e alongamento da musculatura abdominal e adutora.
20 - C

Nenhum comentário:

Postar um comentário